segunda-feira, abril 24, 2006
Nada é garantido
Há pequenas coisas, pormenores importantes que tendemos a relativizar. E vamos relativizando até ao dia em que aquilo que tomamos como dado adquirido deixa de o ser. E essas pequenas coisas, esses pormenores tão importantes e que tão relativizados foram, começam a fazer-nos falta, tal era a sua constância e certeza na nossa vida.
Mas será que sentimos falta dessas pequenas coisas porque o hábito de as termos já está profundamente enraizado em nós? Ou será que a sua falta origina um verdadeiro vazio em nós?
(Devería estar com atenção, é certo, mas o dumping e o anti-dumping não são propriamente as minhas matérias preferidas. No meio da conversa e dos risos o assunto surgiu. As questões ficaram no ar. As respostas foram inconclusivas!)
Mas será que sentimos falta dessas pequenas coisas porque o hábito de as termos já está profundamente enraizado em nós? Ou será que a sua falta origina um verdadeiro vazio em nós?
(Devería estar com atenção, é certo, mas o dumping e o anti-dumping não são propriamente as minhas matérias preferidas. No meio da conversa e dos risos o assunto surgiu. As questões ficaram no ar. As respostas foram inconclusivas!)
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